Continuando com a viagem de visita a minha mãe, que mora em Buritís/RO. Nesta postagem detalho a segunda parte da viagem, que aconteceu no domingo, dia 27 de dezembro de 2020.
Já estava no planejamento da viagem uma passagem na cidade de Chapada dos Guimarães/MT, onde visitaríamos um complexo turístico com cachoeiras e um fóssil de dinossauro, sendo que isso foi feito no domingo após sairmos de Rondonópolis/MT, onde estivemos hospadados na casa dos meus tios.
Pegamos a estrada logo pela manhã, abastecendo o tanque na saída da cidade, e dirigimos pela BR 163 até o trevo da BR 070, na direção do município de Campo Verde/MT. Em Campo Verde pegamos a MT 140 até o trevo da BR 251, que já nos levou ao destino pretendido.
Não estava na programação do dia, mas passando pela estrada percebemos uma aglomeração de carros estacionados, o que nos deixou curiosos. Paramos e verificamos que se tratava de um mirante geodésico, que fizemos questão de apreciar. Foi uma das vistas mais bonitas que já experimentamos, com mais de 900 metros de altitude, de onde podíamos avistar a cidade de Cuiabá/MT, localizada a mais de 50 km do local. Também, por causa da grande altitude, sentíamos como se as nuvens estivessem nos tocando, a ponto de ficarmos completamente molhados e tivemos que trocar nossas roupas. O vento também estava muito forte e complicava pra registrar o momento com imagens.
Após esse momento partimos para o nosso destino, o complexo turístico da Salgadeira, as margens da BR 251, entre os municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá. É conveniente comentar que a escolha por essa opção de lazer se deu por dois motivos: a Carine e a Larah não queriam que a viagem fosse apenas para visitar parentes e a razão de escolhermos esse local específico foi o fato de eu já ter visitado o local em 2008, por ocasião da minha excursão de formatura.
Um pouco antes de chegarmos ao complexo da Salgadeira estacionamos nosso carro a margem da rodovia para darmos uma olhada num grande abismo chamado Garganta do Diabo, localizado a menos de 1 km da Salgadeira.
Ao chegarmos no local, fizemos uma caminhada nos variados ambientes do complexo turístico, por passarelas e escadarias. Fomos a lojinha do local, onde adquirimos algumas lembranças. A loja ficava perto da réplica do Pycnonemosaurus Nevesi, que só pudemos ver do vidro que a protegia, já que estava em manutenção na ocasião.
Na parte de alimentação, tivemos um bom almoço com música ao vivo no restaurante do local, mas o mais interessante para mim foi encontrar o picolé sabor cajá-manga, produzido pela marca Frutos de Goiás. É interessante que até esse ponto da viagem a Larah estava se alimentando muito mal, por não ter se acostumado com o tempero da região central do Brasil.
Na parte da tarde, ainda no complexo da Salgadeira, pudemos entrar dentro da água. Passamos um tempo aproveitando a corredeira e mais tarde eu aproveitei para entrar embaixo da cachoeira.
No final do dia partimos para Cuiabá, onde tínhamos o hotel reservado. O hotel era simples mas tinha a peculiaridade de estar localizado as margens do rio Cuiabá. A noite nos deslocamos para um shopping, onde nos alimentamos no Burger King por falta de Mc Donald's e admiramos a ornamentação natalina.
Assim terminamos essa parte da viagem.







































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